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GAZETA SETUBALENSE
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Ambiente
Chuva, vento e agitação marítima estão de volta: tempestade atlântica coloca País em alerta
ana maria santos
2018-03-07 / 10:57
FONTE: Youtube
Após uma ligeira acalmia, está de volta a chuva forte, que poderá vir acompanhada de trovoada, agitação marítima excepcional e vento forte. O IPMA – Instituto Português do Mar e da Atmosfera, a Autoridade Marítima Nacional (AMN) e a Marinha emitiram alertas à população e aconselham cuidados redobrados.

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera prevê um agravamento do estado do tempo, nomeadamente de ocorrência de trovoada, vento e chuva fortes, para além de agitação marítima.

As previsões apontam para um agravamento a partir de amanhã, e até dia 10 de Março, altura em que a chuva começará a cair com menor intensidade. Igualmente neste período, poderão ocorrer fenómenos extremos  de vento, tal como o registado no Algarve.

A população é aconselhada a tomar as medidas preventivas, amplamente divulgadas pela Protecção Civil e a ter cuidados redobrados junto das áreas litorais e de arribas.


Entretanto, também a Autoridade Marítima Nacional e a Marinha emitiram um comunicado onde alertam para mar agitado e ondulação forte até ao início da próxima semana.

Segundo a AMN, a previsão do estado do mar prevê um agravamento significativo nos próximos dias em todo o território nacional, sendo que região dos Açores “será afectada já a partir de amanhã, 8 de Março”, a região da Madeira “a partir de sexta-feira, 9 de Março” e o Continente “a partir da madrugada de sábado, 10 de Março”.

No comunicado emitido, é referido que a situação prevista “está associada à passagem de mais uma tempestade atlântica de intensidade excepcional, que vai forçar vento muito forte a tempestuoso, de 80 a 100 km/h, e ondas com altura significativa de 6 a 12 metros e máximos superiores a 15 metros”.

Ainda segundo o alerta da AMN, o pico desta tempestade ocorrerá “entre a madrugada de sábado e a madrugada da próxima segunda-feira, com particular foco em toda a costa oeste de Portugal Continental, bem como nas costas norte das ilhas dos arquipélagos da Madeira e dos Açores”.

O centro da tempestade, pode ler-se no comunicado, “vai passar a norte do território nacional, revelando uma depressão muito acentuada e que imprimirá vento e ondulação excepcional em toda a bacia do Atlântico Norte. Ao vento tempestuoso, dos sectores de Oeste e Sudoeste, vai estar associada uma ondulação de grande altura e período, provenientes dos sectores de Oeste e Noroeste. Estas condições extremas são favoráveis à ocorrência de episódio de galgamento da linha de costa, em particular durante as fases de preia-mar”.

Assim, a Autoridade Marítima Nacional e a Marinha reforçam a recomendação, em especial à comunidade piscatória e da náutica de recreio que se encontra no mar, o eventual regresso ao porto de abrigo mais próximo e a adopção de medidas de precaução, recomendando ainda o reforço da amarração e vigilância apertada das embarcações atracadas e fundeadas, bem como evitar passeios junto ao mar, de onde se destacam os molhes das entradas das barras e zonas nas praias junto à água.

Aconselha-se igualmente que os marítimos mantenham um estado de vigilância permanente e o acompanhamento da evolução da situação meteorológica e dos avisos à navegação e de previsão meteorológica radiodifundidos pela Marinha, relactivos à previsão meteorológica do IPMA, bem como outras informações das capitanias dos portos sobre as condições de acesso aos portos, evitando sair para o mar até que as condições melhorem.

À população em geral que frequente as zonas costeiras aconselha-se que se abstenham da prática de passeios junto à costa e nas praias, bem como da prática de actividades lúdicas nas zonas expostas à agitação marítima, sendo essencial que assumam uma postura preventiva não se expondo desnecessariamente ao risco.

Caso exista absoluta necessidade de se deslocar até à orla costeira, deverão manter a cautela e uma atitude vigilante. Desaconselha-se vivamente a pesca  lúdica, em especial junto às falésias e zonas de arriba nas frentes costeiras atingidas pela rebentação das ondas, tendo sempre presente que nestas condições o mar pode facilmente alcançar zonas aparentemente seguras.




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