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GAZETA SETUBALENSE
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Ambiente
Planeamento e gestão da água em debate no Politécnico de Setúbal
ana maria santos
2018-01-04 / 14:19
FONTE: Youtube
O recurso água e a sua governança, planeamento e gestão é o grande tema em debate nas VI Jornadas dos Recursos Hídricos, que terão lugar nos próximos dias 9 e 10 de Janeiro, no auditório da Escola Superior de Tecnologia do Barreiro do Instituto Politécnico de Setúbal (ESTBarreiro/IPS), com organização a cargo do Núcleo Regional do Sul da Associação Portuguesa de Recursos Hídricos (APRH) e do IPS.

Naqueles dois dias de debate, mais de três dezenas de especialistas, da comunidade científica aos organismos públicos, passando pelas associações ambientalistas, são convidados a dar os seus contributos acerca do futuro da água em Portugal, conhecidas que são as circunstâncias de seca actuais e as suas implicações no normal abastecimento público e do sector agrícola.

Com sessão de abertura agendada para as 9.15 horas, as VI Jornadas dos Recursos Hídricos dedicam o primeiro dia à temática da “Governança da água”, propondo aprofundar a discussão em torno de quatro subtemas: “Desafios de governança da água em Portugal”; “Organização da estrutura institucional da entidade nacional da água”; “A água nos objectivos do milénio”; e “Gestão sustentável dos serviços de água”.

No dia 10, a partir das 9.30 horas, irá estar em debate o “Planeamento e gestão da água”, propondo-se uma análise mais detalhada da “Eficácia dos planos no contexto nacional e comunitário”, dos “Fenómenos hidrológicos extremos”, da “Sustentabilidade da Gestão integrada dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos” e do “Sistema de Informação e Monitorização”.

Numa altura em que, segundo dados da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), 40 por cento da população mundial vive sobre bacias hidrográficas com enormes pressões, consumos e usos, sendo expectável que rapidamente este valor ultrapasse os 50 por cento, a APRH e o IPS justificam a organização daquelas jornadas como “forma de encontrar possíveis respostas para os novos desafios que se colocam, à escala nacional, em matéria de planeamento e gestão deste recurso cada vez mais escasso”.

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