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GAZETA SETUBALENSE
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Ambiente
Protecção Civil alerta para agravamento do estado do tempo
ana maria santos
2018-01-04 / 19:49
FONTE: Sapo
Períodos de chuva, ou aguaceiros, que poderão, em alguns locais, ser bastante intensos, trovoada e queda de granizo e agitação marítima (com ondas entre 4 e 5 metros, motivam o alerta emitido pela Autoridade Nacional de Protecção Civil para as próximas 24 horas.

No seguimento do contacto com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), realizado hoje, 4 de Janeiro, no Comando Nacional de Operações de Socorro (CNOS) da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), e de acordo com a informação meteorológica disponibilizada prevê-se, para as próximas 24 horas, um agravamento das condições meteorológicas, nomeadamente com períodos de chuva, que poderá ser localmente forte (entre 10 e 20 mm numa hora), passando gradualmente de norte para sul a partir da manhã, bem como a regime de aguaceiros que poderão ser localmente intensos, ocasionalmente acompanhados de granizo e de trovoada, tornando-se pouco frequentes a partir do final da tarde.

As previsões apresentam ainda a possibilidade de queda de neve acima de 1.500 metros de altitude, descendo gradualmente a cota para 800/1.000 metros nas regiões Norte e Centro.

Quanto ao vento, a ANPC alerta que o mesmo será moderado de sudoeste, soprando forte (até 45 km/h) e com rajadas até 70 km/h, rodando para noroeste, a partir da manhã. Nas terras altas, vento forte de sudoeste, por vezes com rajadas até 90 km/h, rodando para noroeste, igualmente  a partir da manhã e com agitação marítima forte na costa ocidental (com ondas de noroeste com 4 a 5 metros), situação que irá permanecer durante o fim-de-semana.

A temperatura irá registar uma descida acentuada das mínimas, nomeadamente nas regiões Norte e Centro do país.

Medidas Preventivas

Os efeitos expectáveis são os já divulgados amplamente em situações desta natureza, tais como possibilidade de cheias rápidas, piso escorregadio, danos em estruturas montadas, quedas de ramos de árvores e acidentes na irla costeira, entre outros, facto pelos quais a ANPC  aconselha que os eventuais efeitos podem ser minimizados, sobretudo através da adopção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, se recomenda a observação e divulgação das principais medidas de autoproteção para estas situações, nomeadamente garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objectos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas, adoptar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível acumulação de neve e formação de lençóis de água nas vias, não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas, proceder à colocação das correntes de neve nas viaturas, sempre que se circular nas áreas atingidas pela queda de neve, garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas, ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte, ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando se possível a circulação e permanência nestes locais, não praticar actividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos muito próximos da orla marítima e estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.

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