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GAZETA SETUBALENSE
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País
Correio Expresso: reclamações aumentam 212 por cento
ana maria santos
2018-01-04 / 14:09
FONTE: Sapo
O Portal da Queixa registou, entre 1 de Outubro e 14 de Dezembro de 2017, um aumento exponencial no número de reclamações, dirigidas às empresas de entregas de encomendas, face ao período homólogo. Atrasos, extravios e retenção de encomendas estão na origem das queixas.

As reclamações a empresas de correio expresso aumentaram 212 por cento no período entre Outubro e Dezembro de 2017, segundo os dados divulgados pelo Portal da Queixa, rede social de consumidores online do país, que identificou aquele aumento exponencial pelas reclamações registadas na sua plataforma, dirigidas às empresas de entregas de encomendas.

“Desde o início de Outubro até 14 de Dezembro , verificou-se um aumento de 212 por cento no número de reclamações, dirigidas às empresas que efectuam o transporte das encomendas, do vendedor até ao comprador, face ao período homólogo de 2016. Este volume de 2.165 reclamações em apenas 2 meses e meio, deve-se na sua grande maioria ao atraso na entrega das encomendas, a falta de apoio ao cliente, entregas falhadas, dificuldades de contacto e a entrega danificada”, informa o Portal da Queixa, sublinhando que, “só nos primeiros 14 dias de Dezembro, já foram recebidas mais de 500 reclamações sendo que um dos problemas proeminentes é o estado das encomendas dos consumidores, nomeadamente a possibilidade de não ser entregue a tempo para o Natal, do extravio ou até mesma pela retenção na Alfândega de Lisboa.”

Pedro Lourenço, CEO do Portal da Queixa, relaciona aquele aumento “com a alteração do comportamento do actual consumidor (cada vez mais adepto das compras online), e com o facto de as empresas de correio expresso não estarem preparadas para um aumento de compras através da internet, realidades manifestamente evidentes na Black Friday (final de Novembro) e na própria época do Natal.”

Na opinião de Pedro Lourenço, “embora a maioria das empresas de correio expresso não seja contratada pelo cliente final - pois são um serviço pago pelo vendedor -, numa economia digital como a actual, elas tornaram-se intermediários fundamentais para que o comércio online cresça com a fluidez e confiança necessária por parte dos consumidores portugueses”, rematando que “infelizmente, esse não tem sido o comportamento de algumas marcas que frequentemente recebem reclamações que colocam em causa a confiança dos consumidores no sector.”

Aliás, segundo o ranking por número de reclamações da categoria Correio Expresso, desde Outubro de 2017, apresentado pelo Portal da Queixa, dão conta dos resuintes resultados: CTT, 964 reclamações;  GLS, 257; Chronopost, 173; Seur, 152; MRW, 88 e DHL com 37 reclamações.

Marcas como a NACEX, Go Express, FedEx, Rangel e Via Directa, apresentam um alto Índice de satisfação, que é o resultado do tratamento e resolução das reclamações apresentadas, em que os consumidores recomendam os seus serviços, através do inquérito de satisfação colocado à consideração dos mesmos.

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