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GAZETA SETUBALENSE
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Política
A2: Palmela quer o fim das portagens no troço Palmela-Setúbal
ana maria santos
2018-03-23 / 21:05
FONTE: CMP
A Câmara Municipal de Palmela aprovou, por unanimidade e na última reunião pública descentralizada, realizada esta semana, uma moção na qual se exige “a abolição da portagem para quem circula na A2, entre Palmela e Setúbal e vice-versa, ou a sua suspensão até à construção de vias variantes às Estradas Nacionais 379 e 252”.

No documento aprovado pode ler-se que “as políticas de mobilidade têm hoje um alcance que vai muito para além da esfera estrita da capacidade de deslocação, transacção e comunicação” e que os sistemas viários e de transportes “têm um papel central nas questões da sustentabilidade ambiental e coesão social, cabendo-lhes garantir soluções eficazes mas também seguras, acessíveis e sustentáveis, com respeito pela saúde humana e pelo meio ambiente”.

Considerando que cabe aos poderes públicos, cada um na sua esfera de competências, “promover o uso do transporte público, soluções de mobilidade suave e, entre outras medidas, investir na rede ferroviária e rodoviária”, retirando tráfego dos núcleos urbanos, “reduzir a sinistralidade e os congestionamentos e favorecer as deslocações com segurança, conforto e menos impacto negativo para as pessoas, as instituições e o ambiente”, a autarquia de Palmela refere que apesar dos investimentos feitos pelo município “na promoção de uma mobilidade mais sustentável”, considerando que o território municipal é atravessado e ladeado por três autoestradas e cinco estradas nacionais, “há medidas essenciais que são da responsabilidade da Administração Central”, cabendo-lhes “resolver o problema do trânsito nas estradas nacionais”.

A Moção salienta ainda ser notório o “aumento dos movimentos pendulares, com grande acréscimo de tráfego na EN 252, entre Pinhal Novo e Setúbal e na EN379, entre Palmela e a Volta da Pedra, onde as duas vias confluem,  sujeitando-as, bem como às vias adjacentes, a cargas de utilização para as quais não foram concebidas” e que o crescimento de todas as localidades naqueles eixos de ligação a Palmela e Setúbal e a fuga de ligeiros e de pesados de mercadorias para evitar as portagens, “têm tido forte impacte negativo na vida dos cidadãos residentes e automobilistas, devido ao elevado volume de trânsito, em particular nas horas de ponta”.

Perante as razões apontadas, a Câmara Municipal de Palmela considera que as estradas nacionais 252 e 379 “deveriam ter cada vez menos características de estrada nacional, atento o contínuo urbano em que se inserem, nomeadamente nas zonas de Palmela, Aires, Volta da Pedra e Pinhal Novo, que apesar das “insistentes propostas do município, de há vários anos, continuam por implementar as variantes a estas estradas nacionais” e que a existência de portagens no troço da A2 entre Setúbal e Palmela “contribui para aumentar o tráfego nestas localidades, com fortes consequências negativas para as pessoas, as instituições e o ambiente”.

Por todas as razões apontadas, a Câmara Municipal de Palmela exige a “abolição imediata da portagem para quem circula entre Palmela e Setúbal e vice-versa, ou a sua suspensão até à construção de vias variantes à Estrada Nacional 379 e à Estrada Nacional 252”.

A moção aprovada, por unanimidade, seguiu para o presidente da Assembleia da República, primeiro-ministro, ministro do Planeamento e das Infraestruturas, secretário de Estado das Infraestruturas, grupos Parlamentares, Assembleia Municipal de Palmela, Juntas de Freguesia do concelho, Câmara Municipal de Setúbal, Conselho Metropolitano de Lisboa, Conselho Local de Mobilidade, IP – Infraestruturas de Portugal, S.A. e Brisa – Auto Estradas de Portugal, S.A.

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