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GAZETA SETUBALENSE
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Política
Bloco de Esquerda promove iniciativa contra o encerramento de estações dos CTT no distrito de Setúbal
ana maria santos
2018-01-11 / 19:02
FONTE: CMS
As deputadas do Bloco de Esquerda eleitas pelo distrito de Setúbal, Joana Mortágua e Sandra Cunha, realizam, manhã, 12 de Janeiro, duas acções de protesto contra o fecho das lojas CTT no distrito. As acções estão marcadas, em Paio Pires, Seixal, para as 10.30 horas e para as 11.45 horas no Lavradio, concelho do Barreiro.

A Coordenadora Distrital de Setúbal do Bloco de Esquerda defende a recuperação do “controlo e gestão pelo Estado do serviço público dos correios” e alia-se a todos e todas na luta pela defesa dos trabalhadores, da democracia, do Estado Social e do país.

Em nota enviada às redacções, a Distrital do BE sublinha que “o governo da direita privatizou os CTT e desde então a qualidade do serviço caiu a pique, ao ponto do regulador aplicar multas à empresa por não assegurar o patamar mínimo das suas obrigações contratuais no serviço público postal”, para além do anúncio feito, no último mês de Dezembro do encerramento de mais 22 lojas pelo país, no âmbito do plano de reestruturação que contempla também o corte de 800 postos de trabalho. Desde 2012 já foram encerradas 131 estações de correios e 105 postos de correio e reduzidos 1.108 trabalhadores.

Ainda segundo o Bloco de Esquerda, o encerramento daquelas duas lojas do distrito de Setúbal,  distância a outros postos de correios, a insuficiência de transportes públicos e uma população maioritariamente idosa, “exigem a mais firme oposição ao encerramento de serviços essenciais” e que, de forma a “travar a ineficácia e a degradação do serviço dos CTT, o Estado tem um instrumento à sua disposição, previsto no contrato que privatizou a empresa. Trata-se do resgate da concessão do serviço público postal em caso de incumprimento do nível de qualidade contratado, como se tem verificado nos últimos anos”.

Para o Bloco de Esquerda, este é o momento de accionar essa cláusula e trazer a empresa de volta à gestão pública, adiantando que  o serviço público postal “é um pilar do desenvolvimento do país, da qualidade de vida das populações e da coesão territorial”.

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