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GAZETA SETUBALENSE
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Política
Câmara de Setúbal “derruba” construções ilegais na Azinhaga dos Espanhóis
ana maria santos
2018-11-09 / 00:05
FONTE: SMCI/CMS
Várias décadas após a sua construção, a Câmara Municipal de Setúbal iniciou, ontem, a demolição de pouco mais de meia dezena de construções, que foram utilizadas como primeira habitação, na Azinhaga dos Espanhóis, na área do bairro dos Pinheirinhos.

A Câmara Municipal de Setúbal deu início, ontem de manhã, 8 de Novembro, à demolição de um conjunto de construções ilegais, devolutas e em situação precária, existentes em terrenos municipais, operação destinada, segundo a referida autarquia, “à melhoria da segurança e da imagem urbana”.

A intervenção, liderada pela autarquia e com a participação de várias entidades, está a ser executada de forma coerciva, “depois de os proprietários e antigos ocupantes de sete construções existentes num terreno municipal na Azinhaga dos Espanhóis terem sido notificados pelos serviços camarários para a demolição das mesmas”, é referido em comunicado de imprensa da edilidade sadina.

As construções, na generalidade edificadas de forma precária, estavam devolutas, e em situação de insegurança e, nalguns casos, de insalubridade, o que motivou, depois de decorridos os trâmites legais, a intervenção da Câmara Municipal de Setúbal, que se realiza, previsivelmente, até à próxima terça-feira.

Segundo a mesma nota de imprensa, a operação, que junta vários serviços camarários e entidades externas, “conta com a participação de uma equipa especializada na remoção de algumas placas de fibrocimento que se encontravam nos telhados das construções, posteriormente encaminhadas para tratamento adequado”.

No âmbito daquela intervenção, que “visa a melhoria da imagem urbana e, em simultâneo, o reforço das condições de segurança e salubridade do espaço público”, é igualmente demolida uma construção ilegal, também situada em terreno municipal, na rua Flávio Resende.

Segundo a autarquia, as situações de demolição dos edifícios “estão a ser devidamente acompanhadas do ponto de vista social”.

Resta acrescentar que a demolição das referidas construções é um assunto que esteve pendente durante as últimas três décadas, com várias intervenções sociais e sem qualquer conclusão positiva, até ao momento actual.

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