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GAZETA SETUBALENSE
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Região
Amélia Fialho: suspeitos ficaram em prisão preventiva
ana maria santos
2018-09-07 / 22:21
FONTE: DR
Os principais suspeitos do homicídio de Amélia Fialho, a filha e o genro, foram hoje ouvidos, em primeiro interrogatório, por um juiz que lhes decretou a medida mais gravosa de coacção: prisão preventiva.

O crime terá sido o resultado de frequentes discussões entre Amélia Fialho, de 59 anos, e a filha adoptiva e o genro.

Aliás, segundo é avançado no site de Bombeiros 24, em 2014 a polícia já tinha sido chamada à habitação por causa de uma chamada em que a professora terá sido agredida pela filha.

No último fim-de-semana, e após terem drogado a vítima (com a colocação de um farmáco na bebida do jantar), a mesma terá sido agredida à martelada e, pemsando que a mesma estaria já sem vida, “enrolaram-na num saco e transportaram-na até à garagem através do elevador do prédio, onde foi colocada na bagageira do carro”, pode ler-se no referido site.

Na mmesma publicação é referido que, “com o auxílio de um isqueiro e de gasolina, que foi comprado durante o caminho num posto de gasolina, pegaram fogo ao corpo num descampado em Pegões, causando também um pequeno incêndio que foi combatido pelos bombeiros, no entanto estes não detectaram qualquer cadáver”.

O viria a ser detectado, posteriormente, “totalmente carbonizado e  irreconhecível, e só foi encontrado na quarta-feira após a GNR de Canha ter voltado ao local do incêndio”.

Polícia Judiciária de Setúbal que investigava o desaparecimento da professora, identificou que o corpo teria a mesma estrutura ao da professora desaparecida, embora estivesse irreconhecível. Desta maneira abandonaram a tese de desaparecimento e começaram a tratar do caso como um provável homicídio.

Segundo o mesmo site, após o crime, “os suspeitos ainda tentaram disfarçar ao alertar as autoridades e partilhando nas suas redes sociais o desaparecimento da professor, para evitar que as suspeitas pudessem recair sobre eles”.

Fonte policial terá ainda confirmado que os suspeitos tentaram ocultar as provas do crime, lavando a casa e a viatura utilizada para o transporte, e desfazendo-se do martelo.

Durante a tarde de hoje o casal foi presente a Tribunal e ambos ficaram com a medida de coacção de prisão preventiva, a mais gravosa que pode ser aplicada até início de julgamento.

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