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GAZETA SETUBALENSE
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Região
Montijo: Amélia Fialho foi assassinada pela filha e pelo genro
ana maria santos
2018-09-07 / 13:23
FONTE: DR
A filha e o genro de Amélia Fialho, a professora de físico-química que estava desaparecida desde o último sábado, foram detidos pela Polícia Judiciária de Setúbal pelos crimes de homicídio qualificado e profanação de cadáver.

Amélia Fialho, de 59 anos e professora de físico-química na Escola Secundária Jorge Peixinho, no Montijo, cidade onde residia, estava desaparecida desde o passado sábado, com apelos nas redes sociais, emitidos pela filha, para qualquer informação sobre o seu paradeiro.

A mensagem publicada no Facebook pela filha Diana Fialho, de 23 anos, a 3 de Setembro, dois dias após o assassinato, era a seguinte: “ Caros amigos e amigas. Infelizmente venho informar-vos que a minha mãe desapareceu. Foi vista pela última vez no dia 01/09 pelas 21h/22h na hora de jantar. Avisou que iria sair e desde então que não temos notícias dela. O telemóvel encontra-se desligado e não há meio possível de contacto. Agradecemos que quem tenha notícias dela nos informe imediatamente a nós ou à Polícia, pois já foi feito um relatório de desaparecimento formal na PSP. Muito obrigada a todos”.

Entretanto, o corpo de Amélia Fialho acabou por ser localizado, na passada quarta-feira à noite, na área de Pegões, dentro de uma viatura e completamente carbonizado.

Segundo um comunicado hoje divulgada pela Polícia Judiciária de Setúbal, a investigação desenvolvida levou, hoje, à detenção da filha, Diana Fialho, de 23 anos e do marido, Iuri, de 27 anos, como os autores dos crimes de homicídio qualificado e profanação de cadáver.

Com efeito, a investigação desenvolvida, e que teve início na comunicação da filha sobre o desaparecimento da vítima, apurou que o casal e a vítima coabitavam, que entre os mesmos existiriam “inúmeras desavenças” e que ambos os suspeitos “delinearam um plano, executado conjuntamente, para lhe tirar a vida”.

Dessa forma, divulga a PJ de Setúbal “no passado dia 1 do corrente, pela hora do jantar, usando fármacos, colocaram-na na impossibilidade de resistir, agrediram-na violentamente no crânio com um objecto contundente, colocaram-na na bagageira de uma viatura e transportaram-na para a zona de Pegões, onde, com recurso a um acelerante, lhe pegaram fogo”.

O corpo acabaria por ser localizado, acidentalmente e completamente carbonizado, na passada quarta-feira, à noite.

Incêndio leva a descoberta do corpo

Um foco de incêndio, num terreno particular, junto ao cemitério de Pegões e registado na madrugada de domingo, acabou por ser o elo de ligação entre o crime e os autores do mesmo.

Com efeito, após o alerta para o incêndio, combatido pelos Bombeiros Voluntários de Canha, e já na presença do proprietário do terreno e da GNR, acabou por ser feita a macabra descoberta de um corpo, enrolado numa carpete e desmembrado, completamente carbonizado, no interior da viatura.

A filha, e suposta co-autora da morte de Amélia Fialho, participou o desaparecimento da mãe, na PSP, no dia seguinte, 3 de Setembro.

Os detidos serão presentes às autoridades judiciárias, para aplicação das medidas de coacção.

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