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Petrogal de Sines: trabalhadores de manutenção questionam empresa sobre os seus empregos
ana maria santos
2018-01-09 / 19:32
FONTE: Sapo
Os trabalhadores das empresas que asseguram a manutenção na refinaria de Sines da Petrogal decidiram hoje, 9 de Janeiro, perguntar à petrolífera o que está a fazer para salvaguardar os seus empregos, em risco com o fim dos contratos de prestação de serviços.

“Muitos destes trabalhadores estão a trabalhar na Petrogal há 20 e 30 anos, embora contratados por outras empresas, por isso consideram-se efetivos da refinaria e querem ser tratados como tal”, disse à agência Lusa Helder Guerreiro, dirigente do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria (Site Sul), filiado na CGTP.

Os cerca de 250 trabalhadores do consórcio que assegura a manutenção na refinaria de Sines foram informados na semana passada pelas suas entidades patronais de que estas decidiram pôr termo ao contrato com a Petrogal a partir de 12 de fevereiro, o que implicaria a perda dos postos de trabalho.

Nas cartas que enviaram aos trabalhadores, a EFATM, ATM, CMN e AC Services alegam que não consideram viável manter a prestação do serviço devido aos baixos preços impostos pela Petrogal.

Os trabalhadores reuniram-se hoje em plenário, em Sines, e aprovaram uma resolução que enviaram à Petrogal.

“Tendo como pano de fundo toda a grave situação desencadeada pelas cartas de despedimento enviadas aos cerca de 250 trabalhadores do Contrato de Manutenção da Refinaria de Sines, vimos indagar junto de Vossas Excelências sobre qual a forma encontrada para assegurar os postos de trabalho de todos aqueles trabalhadores, não perdendo de vista a efetividade de cada um no respetivo posto de trabalho na Área de Manutenção da Refinaria de Sines”, diz a resolução aprovada e enviada pelo Site Sul.

Fonte da Galp salientou à Lusa que “a Refinaria de Sines é a maior unidade industrial do país, a mais complexa e tecnologicamente avançada e representa cerca de 7% das exportações nacionais”.

Disse ainda que “as atividades de manutenção são um ponto essencial para a sua operação, e requerem uma atenção permanente que de forma alguma está posta em causa”.

A mesma fonte oficial afirmou que, por princípio, a empresa não comenta a situação contratual dos seus parceiros/prestadores de serviços.

Hélder Guerreiro explicou à Lusa que há cerca de 30 anos a Petrogal acabou com parte da manutenção mecânica e elétrica na refinaria e passou a realizar este serviço com recurso a trabalhadores sujeitos a vínculos precários, através de empresas de prestação de serviços, que, por sua vez, subcontratam trabalhadores a terceiras, nomeadamente a empresas de trabalho temporário.

Segundo o SITE Sul, tratam-se de “postos de trabalho permanentes e necessários todos os dias, preenchidos com contratos de prestação de serviço precários, entre a EFATM (cujo maior acionista é o Grupo Mello) e uma série de outras empresas subcontratadas, algumas delas de cedência de trabalhadores e de trabalho temporário (como a Globaltemp).”

Por isso, o sindicato reivindica, que todos os trabalhadores sejam reconhecidos pela Petrogal e pela EFATM como efetivos, em postos de trabalho permanentes, e que a Petrogal termine com a contratação de empresas de trabalho temporário.

Jornal Económico com Lusa

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