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GAZETA SETUBALENSE
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Seixal: autarquia aprova aquisição de imóveis para realojar famílias de Vale de Chícharos
ana maria santos
2019-06-06 / 13:01
FONTE: Sapo
A Câmara Municipal do Seixal aprovou ontem, em reunião de câmara, o procedimento para a aquisição de 74 imóveis destinados ao realojamento dos agregados familiares residentes nos lotes 13, 14 e 15 do loteamento de Vale de Chícharos. Na mesma reunião foi ainda aprova a tomada de posição pela alteração do Plano Nacional de Investimentos 2030.

A autarquia do Seixal aprovou, em reunião pública camarária, ontem realizada, o procedimento para a aquisição de 74 imóveis destinados ao realojamento dos agregados familiares residentes nos lotes 13, 14 e 15 do loteamento de Vale de Chícharos (mais conhecido por bairro da Jamaica), a atribuir em regime de arrendamento apoiado.

Dessa forma, todas as imobiliárias e proprietários irão ser convidados a apresentar imóveis para aquisição por parte daquele município, tendo em conta um conjunto de características pré-definidas.

O programa de realojamento das famílias residentes no referido bairro teve início em Dezembro do ano passado, com o realojamento dos moradores do lote 10, num total de 187 pessoas, a quem foram atribuidas 64 novas casas. Até 2022, a autarquia pretende realojar as restantes 234 familias recenseadas.

Ainda no decorrer da mesma reunião, foi aprovada uma tomada de posição pela alteração do Plano Nacional de Investimentos 2030, tendo sido salientado o facto de que o mesmo “foi apresentado pelo Governo e tem como objectivo ser o instrumento de planeamento do próximo ciclo de investimentos estratégicos e estruturantes de âmbito nacional, para responder às necessidades e desafios da próxima década e décadas vindouras”.

No entanto, para o presidente da Câmara Municipal do Seixal, Joaquim Santos, "não se nega a importância de muitos dos investimentos constantes no PNI2030. Muitos deles correspondem a velhas reivindicações das populações, das autarquias locais, do tecido produtivo nacional, obras cuja concretização em muitos casos só pecará por ser tardia. Contudo, consideramos que este novo plano não inclui sectores e infraestruturas estratégicas em áreas como a educação e a saúde, incidindo somente sobre os sectores da mobilidade e transportes, do ambiente, energia e do regadio, pelo que recomendamos ao Governo que tenha em conta a redefinição do PNI 2030, para que este seja efectivamente um instrumento de trabalho ao serviço do concelho e do país".

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