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GAZETA SETUBALENSE
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Sociedade
Escola de condução “Golfinho”: gerência garante continuidade
ana maria santos
2018-01-08 / 21:15
FONTE: Youtube
A gerência da escola de condução “Golfinho”, situada na avenida D. João II, em Setúbal, garante que a mesma vai continuar em funcionamento e diz que o encerramento foi motivado por baixas médicas de “todos os funcionários da secretaria e de alguns instrutores”.

José Pires, gerente da escola de condução “Golfinho” garantiu, hoje, ao jornal Gazeta Setubalense, que não tem qualquer intenção de encerrar as portas, antes pelo contrário, “estamos a ser alvo de uma campanha difamatória, quando tudo estamos a fazer para resolver os problemas que herdamos da anterior gerência e manter a escola em pleno funcionamento”.

Segundo referiu aquele responsável, “quando assumimos a gerência da escola, existiam três meses de ordenados em atraso, quer de funcionários da secretaria, quer de instrutores”, situação que, garante, “está quase resolvida uma vez que, neste momento, existe um mês de atraso”.

Entretanto, adianta, “ficámos sem poder funcionar a partir do momento em que todos os funcionários da secretaria e alguns instrutores, apresentaram baixa médica, o que nos levou a fechar as portas” mesmo que, sublinha, “sem qualquer intenção de vir a encerrar a escola, facto pelo qual temos estado a recutar pessoal para garantir o funcionamento da mesma”.

Aliás, adianta José Pires, “as aulas práticas estão a decorrer normalmente e, a partir de quarta-feira da próxima semana”, 17 de Janeiro, “irão começar, dentros dos horários normais, as aulas teóricas”. Em paralelo, e uma vez que se trata de uma nova gerência, “estamos a criar um novo site da escola e, apesar das pressões a que temos sido sujeitos, a escola é para continuar”, garante aquele responsável.

Questionado sobre a existência de queixas apresentadas na PSP (e confirmadas pelo Jornal Gazeta Setubalense) e pelo elevado pedido de transferência daquela para outras escolas de condução, José Pires disse ter conhecimento das queixas, que não comentou e que, em relação aos pedidos de transferências, “as pessoas foram percebendo que a escola não ia encerrar e, grande parte delas anularam o pedido”.

Lembramos que a garantia de encerramento da escola foi dado, segundo as redes sociais e alunos da mesma, por uma funcionária. Aliás, na última sexta-feira foi feito um apelo para apresentação de queixa dos alunos, supostamente lesados.

Na ocasião, a Gazeta Setubalense tentou contactar com os responsáveis da escola, sem qualquer sucesso, uma vez que os contactos telefónicos não se encontravam activos. 

Já durante o dia de hoje, o Comando Distrital de Setúbal da PSP confirmou ao nosso jornal a apresentação, desde a última sexta-feira, de cinco queixas contra a escola, por burla.

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