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GAZETA SETUBALENSE
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Sociedade
Jardim de Infância da Azeda: Um (bom) exemplo de como se podem fazer crianças felizes
ana maria santos
2019-06-16 / 17:59
FONTE: Gazeta Setubalense
As cerca de meia centena de crianças que integram as três salas do Jardim de Infância da Azeda demonstraram, na última sexta-feira, o que é saber estar preparado para a concentração, seja ela escolar ou social. Apesar da muita experiência, em situações desta natureza, foi a primeira vez que assistimos a uma experiência rítmica, com o uso de cinco instrumentos musicais.

A exemplo do que tem vindo a acontecer nos últimos dias, os agrupamentos de escolas do concelho têm realizado as suas festas de final de ano lectivo onde, cada uma delas, apresenta o que de melhor fez ao longo do ano lectivo. Do que nos foi dado a observar, com todo o mérito para educadores e crianças, as mesmas passam, literalmente, por ensaios teatrais, musicais e de dança!

Claro que todos têm o seu mérito, claro que todos merecem respeito pelo esforço disponibilizado.

No entanto, e porque assistimos, pela primeira vez, a um momento ritmico único, achamos que o mesmo merece destaque, quer pelo empenhamento dos educadores das três salas de infância da Escola da Azeda, quer, principalmente, pelo esforço do professor de música Jorge Santos que, pela primeira vez, foi colocado na referida escola como assistente operacional, para a área da música, como é óbvio!

Jorge Santos já havia dado conta do seu talento/trabalho com as crianças no Natal do ano passado, quando criou, conjuntamente com elas, letras e músicas das canções da época... que foram um êxito entre os mais pequenos, e não só!

Neste finalizar do ano lectivo, e na festa que decorreu na última sexta-feira, no auditória da sede do Agrupamento de Escolas Sebastião da Gama, para além das danças ensaiadas, nas aulas de ginástica, pela professora Gina, a criançada, cerca de meia centena de meninas e meninos, com idades entre os quatro e os seis anos de idade, apresentaram um momento único, e de grande qualidade, em que, por grupos (no conjunto das três salas) tocaram, ritmadamente e coordenadamente, entre todos, instrumentos tão distintos como clavas e tamborins, a que se juntaram os sons do triângulo e do cajonito e cajon (de origem peruana e semelhantes ao som de uma bateria). Resultado final, estando a falar de crianças entre os cinco e os seis anos e a concentração que foi necessária para poderem, em tempo certo, saber quando deveriam, cada uma delas tocar o seu instrumento, tem um valor muito acrescido e representa, sem sombra de dúvida, todo um trabalho feito ao longo do ano, quer pelo professor Jorge Santos, como por cada uma das educadoras das três salas da Escola da Azeda, bem como das respectivas auxiliares.

Gostamos do que vimos/ouvimos e, sinceramente, saimos daquela festa de encerramento de ano confiantes de que  basta querer, nesta área em concreto, com um maior esforço da autarquia, para que as crianças tenham oportunidades, várias, principalmente para descobrir outras vertentes e serem, sempre, felizes.

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