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GAZETA SETUBALENSE
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Sociedade
Mulher desaparecida no Montijo poderia estar a ser vítima de assédio moral
ana maria santos
2017-11-25 / 23:00
FONTE: DR
Isabel Justino, a mulher que foi vista, pela última vez, quinta-feira de manhã, a entrar num autocarro que tinha como destino o terminal rodoviário de Setúbal, poderia estar a ser vítima de assédio moral no local de trabalho, onde exerce funções há cerca de 13 anos.

O dia de 23 de Novembro começou de forma normal para a família Justino. Pequeno almoço em comum, dentro dos horários habituais de cada um dos elementos do agregado familiar, pai, mãe e dois filhos.

Segundo Jorge Justino, filho da senhora desaparecida, Isabel, “ a minha mãe, avisou de que nesse dia iria chegar mais tarde, devido a excesso de trabalho”. Aliás, segundo o mesmo, a mãe trabalha na empresa há cerca de 13 anos, onde “sempre foi vendedora” e, há cerca de cinco, seis meses, “mudaram-na para o trabalho de estufa” que é “um trabalho de categoria abaixo daquele que desempenhava” e que, segundo colegas de trabalho, tinham transformado a Isabel Justino numa pessoa “muito em baixo e muito calada”.

Na quinta-feira passada, e como é usual entre os membros daquela família, entre as 9 e as 10 horas, “a minha irmã ligou para saber se estava tudo bem e ela não etendeu o telemóvel” mas, na altura, ninguém estranhou até porque existe sempre a possibilidade da pessoa ter ficado sem bateria ou estar numa situação de não poder atender.

Entre as 19 e as 20 horas, a preocupação começou a surgir.

É certo que a mãe havia dito que iria sair mais tarde mas, o horário normal de o fazer seria às 17.30 horas o que deixava uma margem considerável para ser, só, excesso de trabalho. Como aconteceu ao longo do dia, o telemóvel continuava inacessível.

Jorge Justino, filho da vítima que publicou um apelo nas redes sociais, descarta qualquer hipótese de contactos através de redes sociais, até porque “a minha mãe não tem páginas pessoais e até mesmo o telemóvel que possui é básico; sómente faz e recebe chamadas sem outras vertentes para aceder à internete”.

Após perceberem de que algo de estranho estava a acontecer, os familiares de Isabel Justino acabaram por confirmar que a mesma não tinha chegado ao local de trabalho nesse dia e que as chaves de casa e o telemóvel haviam ficado na residência onde, da mesma, tinham desaparecido as chaves de uma casa que a família tem em Cabanas de Tavira, Algarve.

De imediato, foi contactada a GNR local, dando conta do desaparecimento e da possibilidade de ela se encontrar naquela localidade algarvia.

Durante o dia de hoje, e depois de terem sido contactados por uma pessoa que dizia ter, possivelmente, visto Isabel Justino no Fórum Almada, os familiares desenvolveram vários contactos naquele espaço comercial, nomeadamente com os serviços de segurança do mesmo que, até ao momento, não têm qualquer informação.

Neste momento, estão em alerta, sobre possíveis informações da senhora desaparecida, a PSP e a GNR, enquanto que o caso transitou para a Polícia Judiciária de Setúbal.

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